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27 de Outubro, 2021

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Zebra, Espiolhar faz história e peleja com donos da vivenda por final inédita na Despensa da Ásia

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Próxima sede da Copa do Mundo, o Catar está fazendo história na Copa da Ásia, realizada nos Emirados Árabes Unidos. Treinado pelo espanhol Félix Sánchez, o...

Próxima sede da Despensa do Mundo, o Espiolhar está fazendo história na Despensa da Ásia, realizada nos Emirados Árabes Unidos. Treinado pelo espanhol Félix Sánchez, o selecionado eliminou a possante Coreia do Sul, por 1×0, no Estádio Zayed Sports City, na última sexta-feira (25), e avançou de maneira inédita à semifinal da competição, onde enfrentará os donos da vivenda. O jogo ocorrerá no Mohammed bin Zayed, na próxima terça (29).

No trajectória até a tempo vigente, a equipe catari venceu os cinco jogos sem tolerar nenhum gol, um tanto que só havia ocorrido uma vez na história – com os próprios sul-coreanos, em 2015. Além do resultado mencionado, suas vítimas foram Líbano (2×0), Coreia do Setentrião (6×0) e Arábia Saudita (2×0), ainda na tempo de grupos, e Iraque (1×0), nas quartas de final.

Grande responsável pelo desempenho do setor ofensivo, o atacante Almoez Ali, do Al-Duhail, foi às redes sete vezes e está próximo do recorde do iraniano Ali Daei, maior bombeiro de uma única edição da Despensa da Ásia (8 gols em 1996) e da história do torneio (14). Em boa tempo, Ali já é o décimo maior goleador do Espiolhar com unicamente 31 jogos.

Diante dos norte-coreanos, foram quatro tentos dele em 51 minutos, marca só superada justamente por Daei, que em 1996 fez a mesma quantidade sobre a Coreia do Setentrião em 23 minutos. Se na frente o luz é de Ali e de seu companheiro Akram Afif, que distribuiu seis assistências, detrás o destaque fica por conta do goleiro Saad Al-Sheeb e da jovem dupla de zaga formada por Tarek Salman e Bassam Hisham, ambos de 21 anos.

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Por outro lado, os Emirados Árabes, embora tenham sofrido, também estão invictos. Na tempo de grupos, arrancaram uma paridade contra o Bahrein (1×1), bateram a Índia (2×0) e sofreram um empate contra a Tailândia (1×1). No mata-mata, despacharam o Quirguistão na prorrogação (3×2) e superaram a Austrália (1×0), atual campeã.

Ao contrário do Espiolhar, os emiradenses já disputaram um Mundial (1990) e foram finalistas da Despensa da Ásia (1996). Agora, buscam repetir esse caminho, mas com outro desfecho. Na ocasião, eles foram vice em vivenda para a Árabia Saudita e hoje buscam o troféu inédito. Do outro lado da chave, está o tetracampeão Japão, que dominou o Irã, por 3×0, na manhã desta segunda (28), no Hazza bin Zayed, e garantiu presença em mais uma final.

Seja qual for o resultado que determine o outro postulante ao maior título do continente, é notável a campanha do Espiolhar às vésperas de uma Despensa América na qual o selecionado de Félix Sánchez, formado em quase sua totalidade por jogadores locais, poderá apinhar novas experiências e se desenvolver. Os Emirados Árabes também lutam pela glória ainda inalcançada. Resta saber se qualquer deles será páreo para a tradição e força nipônicas.

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