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22 de Outubro, 2021

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Guia do Sul-Americano Sub-17 de 2019 – Grupo B

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Brasil Maior vencedor com sobras do Sul-Americano – 12 no total – é impossível não colocar o Brasil entre os favoritos. Porém, para conquistar o tricampeonato, a...

Brasil

Reinier é a grande estrela do Brasil (Foto: Reprodução)
Reinier é a grande estrela do Brasil (Foto: Reprodução)

Maior vencedor com sobras do Sul-Americano – 12 no total – é impossível não colocar o Brasil entre os favoritos. Porém, para conquistar o tricampeonato, a seleção não pinta com total favoritismo. Muito por conta da forte concorrência na geração – a Argentina é a atual campeã sub-15.

Em campo, o time comandado por Guilherme Dalla Dea tem bons jogadores em todas as posições. Inclusive na defesa. Muito sólida, a equipe conta com opções de alto nível. Henri, zagueiro do Palmeiras, é considerado um dos melhores da posição no continente. No gol, Marcelo, do Fluminense, possui muito reflexo e velocidade.

Na lateral-esquerda, Patryck, mesmo de uma geração abaixo, já ocupou a titularidade. Lateral de técnica e boa marcação, é uma das grandes promessas do São Paulo.

No meio-campo, Reinier é o dono absoluto da posição. Camisa 10, capitão e craque do time, o flamenguista tem a obrigação de liderar a equipe ao título. Bom tecnicamente, alto, de boa finalização e forte fisicamente, é observado por diversos clubes. Tem perfil bom para a Europa.

Com a grande capacidade criativa do meia, Peglow, Gabriel Veron e Juan têm a missão de fazer gols. Os dois primeiros, de Internacional e Palmeiras, respectivamente, são jogadores de velocidade, mas também boa finalização. Juan é alto e muito bom na grande área para o último toque.

No banco de reservas, boas opções estarão disponíveis. Com a garantia da disputa do Mundial, por ser país sede, a equipe poderá apresentar um bom futebol e sem a pressão sofrida por outras gerações.

Escalação: Gabriel Pereira, Yan, Henri, Renan Victor e Patryck; Daniel Cabral, Diego e Reinier; Gabriel Veron, Peglow e Juan

Técnico: Guilherme Dalla Dea

Argentina

Como se não bastasse a tradição de formação de craques, a Argentina acrescenta para o seu status de favorita o título da última edição do Sul-Americano Sub-15. E é justamente essa base vencedora que tentará o título no Peru.

Do meio-campo pra frente, o leque de opções é impressionante. A começar pelo capitão Juan Sforza, do Newell’s Old Boys. Canhoto, inteligente e líder nato, Sforza é uma das figuras mais importantes do time treinado por Pablo Aimar.

Ainda no meio, talvez o grande craque do time: O camisa 10 Matías Palacios, que estreou no profissional do San Lorenzo com apenas 16 anos e já é tratado como um dos maiores talentos dessa geração por conta da grande qualidade do passe e visão de jogo, típicas de um “enganche” argentino.

No ataque, o veloz  Zeballos, do Boca Juniors, promete dar trabalho atuando com suas corridas incessantes e cortes para dentro da área. O setor ainda conta com Matías Godoy, autor de quatro gols no título do sub-15 e referência no ataque.

O que pode complicar a Argentina é o setor defensivo, que não parece ter se acertado ainda. Mesmo assim, a defesa conta com bons valores, incluindo Bruno Amione, zagueiro central muito técnico do Belgrano.

Uruguai

Em busca do título inédito, o forte grupo pode dificultar a vida da boa seleção uruguaia. Mas nada que a solidez e a tradição charruá em formar bons jogadores não possa resolver.

Matias Ocampo, camisa 10, é a referência técnica do time. Meio-campista do Nacional, tem bom passe e uma habilidade incomum, inclusive para os últimos jogadores formados no país.

Também habilidoso, Axel Perez, do Nacional, é muito rápido atuando pelas pontas. Com interesse do Barcelona, passou a ser o jogador mais comentado da geração. Precisa evoluir no jogo coletivo e na finalização.

Juan Manuel Gutiérrez é o camisa 9. Centroavante do Danubio, tem boa finalização, bom jogo aéreo e presença de área. Tem números interessantes e também costuma mostrar muita disposição em campo.

Colômbia

A Colômbia tenta vencer o Sul-Americano sub-17 pela segunda vez na história. Para repetir 1993, o ataque é o ponto alto da equipe, que recentemente fez boas campanhas nos torneios – ficou entre os quatro finalistas na última edição.

O craque do elenco é Juan Alegria, camisa 9 e goleador do Tolima. Após se destacar no último Sul-Americano Sub-15, em que foi artilheiro, Juan Alegria seguiu sendo alvo de interesse dos torcedores colombianos. Ele chega na competição ainda mais forte e com a finalização afiada.

Dylan Caicedo, meio-campista, é outro jogador de muita mídia na Colômbia. Já observado por europeus, o atleta do Independiente Santa Fé une a técnica no passe com a grande capacidade de drible. Possivelmente, um dos melhores jogadores da posição nessa geração, em termos de América do Sul.

No setor defensivo, Palomeque é o destaque. Jogador do Atletico Nacional, herda a velocidade e porte físico de grandes zagueiros colombianos. Também muito forte no jogo aéreo e costuma ir até a área rival.

Paraguai

O sorteio ingrato talvez diminua as chances do Paraguai, mas a geração comandada pelo técnico Gustavo Morinigo é interessante, com bons valores em cada setor do campo. Mesmo que a vaga para o Mundial não venha, o Paraguai vai ter jovens que possam municiar a seleção principal no futuro.

Começando pelo gol, Antonio González é provavelmente um dos melhores arqueiros desta edição do Sul-Americano. Apesar de algumas falhas típicas da idade, mostra bons reflexos e consegue sair bem do gol.

Na defesa, Santiago Ocampos se mostra como um dos maiores destaques do time. O lateral-direito apoia bem o ataque sem se descuidar da marcação, com força física e disposição para ser o motor do time. Características que renderam uma contratação por parte da poderosa Juventus-ITA.

No meio-campo, destaque para Junior Noguera, do Cerro Porteño. Habilidoso e versátil, o camisa 11 tem boa presença na área e criatividade para levar o Paraguai à frente. Mas é no setor de ataque que se encontra a grande estrela do time.

Fernando Ovelar, do Cerro Porteño, virou manchete em jornais esportivos do mundo inteiro ao estrear pelo time principal com 14 anos e, de quebra, marcar um gol no clássico contra o Olimpia. Oportunista e ágil, contará com o apoio do bom centroavante Diego Duarte para concretizar a dura missão paraguaia.

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