Quantcast
Caboclo alega arbitrariedade da Comissão de Ética da CBF e decide não depor - Desportos na Net Web Interstitial Ad Example
1 de Agosto, 2021

Desportos na Net

Sua dose de Desportos Diário!

Caboclo alega arbitrariedade da Comissão de Ética da CBF e decide não depor

3 min read
Rogério Caboclo, presidente afastado da CBF, decidiu não depor na Comissão de Ética da entidade sobre a denúncia de assédio sexual e moral feita por uma...

Rogério Mestiço, presidente remoto da CBF, decidiu não depor na Comissão de Ética da entidade a respeito de a denúncia de assédio sexual e ética feita por uma funcionária. O testemunho ocorreria nesta sexta-feira, contudo o encarregado alegou que o órgão é "faccioso" e "arbitrário" e está "farto de vícios e nulidade"
A resguardo de Mestiço apresentou uma petição nesta sexta e afirmou, por conduto de nota, que a Comissão de Ética da CBF é "único verídico judicatura de exceção", que "a toda evidência já possui único pré-julgamento a consideração dos fatos, tendo aplicado a ele único encolhimento provisório sem algum doutrina regulamentar, estatutário, lítico e constitucional, ou seja, sem nenhum mando para em tal grau". Segundo os advogados de Mestiço, "o encolhimento do missão por 90 dias implica, na prática, em uma antecipação de castigo".
Na porta da avidez da CBF, no Rio, dezenas de pessoas foram ao sítio reclamar contra Mestiço. O encarregado está remoto do comando da entidade a partir de o começo de junho em condão da denúncia de assédio ética e sexual que enfrenta. Os manifestantes pediram a saída definitiva de Mestiço do missão e exibiram cartazes e faixas.
Na petição, a resguardo argumentou que não reconhece a Comissão de Ética da CBF porquê único órgão legítimo e demarcado para preceituar o encolhimento provisório de Mestiço da presidência e afirmou que a sua saída temporária do missão é "absurda".
Segundo o site GloboEsporte.com, que trouxe a denúncia à tona, a dama diz que Mestiço chamou-a de "cachorra" e tentou forçá-la a manducar único biscoito de cachorro. Em outra aberta, perguntou se ela se masturbava. Durante reunião com outros dirigentes da CBF, o presidente teria inventado relacionamentos da funcionária com pessoas ligadas à entidade. Segundo a reportagem, a vítima afirma que, durante todas essas condutas, Mestiço estava temulento. Ela disse ainda que ele a orientava a mascarar garrafas de bebida na entidade, para que ele consumisse durante o expedito.
Os advogados de Mestiço apresentaram na última quarta-feira aos membros do Comitê de Ética da entidade a resguardo do encarregado. A resguardo diz que documento protocolado "desconstrói a acusação contra ele e apresenta laudos periciais, pareceres e provas" em procura de comprovar a inocência do encarregado no arrumação que tramita no Comitê de Ética da CBF.
Mestiço assegura que não cometeu "nenhum quidam de assédio" e afirmou ser "vítima de único comportamento absolutamente afeito que tem porquê apoio provas ilícitas, depoimentos de testemunhas evidentemente interessadas em único desenlace negativo para o denunciado e fundamentação jurídica esdrúxula". Na petição que apresentou para não depor no Comitê de Ética, afirmou que as provas dos autos que amparam a denúncia são "manifestamente ilícitas e imprestáveis".
O presidente remoto da CBF diz que Fronteira Polo Del Nero, seu então paraninfo político e ex-presidente precito do futebol por corrupção, é o conselheiro de seu encolhimento e do peita à funcionária no valimento de R$ 12 milhões para que ela não protocolasse a acusação no Juízo de Ética da entidade e a tornasse pública. Del Nero nega.
No último sábado, a comissão autónomo que investiga o acontecimento anexo da CBF negou rogo do presidente remoto para readquirir seu disposto no comando da entidade e prorrogou por mais 60 dias o seu encolhimento, temporada que julga suficiente para a conclusão da investigação.
Se a Comissão de Ética apreciar que Mestiço deve ser destituído da presidência, os 27 presidentes de federações possuirão que se acumular para votar. A votação pode sobrevir antes do escopo do prazo de 60 dias do encolhimento do encarregado, que foi substituído temporariamente velo coronel Antônio Carlos Ímpar.
Além do arrumação na CBF, Rogério Mestiço é mira de uma investigação criminal do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) e de outra no Ministério Público do Labuta (MPT-RJ).

Natividade: https://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/futebol-nacional/2021/07/09/noticia_futebol_nacional,3924449/caboclo-alega-arbitrariedade-da-comissao-de-etica-da-cbf-e-decide-nao-depor.shtml

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *